A morte espera de uma hora vã.
Comerciais anunciam novos shampoos enquanto brindamos algo para esquecer.
Matar, morrer, viver… (tanto faz).Colecionamos desesperos e sorrimos pela manhã, com dentes amarelados, pendurando esperanças e traças. SomoS uma mentira. Um após inacabado. SomoS uma febre alienada, um tesão e nada mais. É carnaval e não posso rasgar sua máscara de odalisca arrependida. É carnaval, estamos todos bêbados de nós mesmos. Vem, me ama e na sequência me espanca com suas palavras sem alma. É carnaval. Eu sempre soube que de você viria o pior e ainda assim, te desejo. Louca. Insana. Compulsiva e com tendências a ser puta.
Vou comer poesia pra tentar arrotar filosofia. Dizem que é assim que se esquece.
Me identifiquei em 2 partes: “um tesão e nada mais.” e “Compulsiva e com tendências a ser puta.” As vezes não entendo exatamente sobre o que vc escreve, então dou mina própria interpretação. Vale, né?
bjooo
Adoro esses ragos verbais cheios de tinta!!!!!!!!!!!
Na inteireza de uma mulher a alma de uma puta, de forma temporal, porém com marcas indeléveis. E em outras, a inteireza de uma puta na alma de uma mulher, infelizmente acorrentada…Eis aí a morada do nada mais.
Não há morte
nem princípio