A morte espera de uma hora vã.
Comerciais anunciam novos shampoos enquanto brindamos algo para esquecer.
Matar, morrer, viver… (tanto faz).
 
Colecionamos desesperos e sorrimos pela manhã, com dentes amarelados, pendurando esperanças e traças.
 
SomoS uma mentira. Um após inacabado.
SomoS uma febre alienada, um tesão e nada mais.
 
É carnaval e não posso rasgar sua máscara de odalisca arrependida.
É carnaval, estamos todos bêbados de nós mesmos.
Vem, me ama e na sequência me espanca com suas palavras sem alma.
 
É carnaval. Eu sempre soube que de você viria o pior e ainda assim, te desejo.
Louca. Insana. Compulsiva e com tendências a ser puta.
Vou comer poesia pra tentar arrotar filosofia.
Dizem que é assim que se esquece.